segunda-feira, 30 de maio de 2011

Opa... olha o recado aí

domingo, 29 de maio de 2011

Música boa...

Meu alvo é CRistoooooooooooooooooooo.

sábado, 28 de maio de 2011

O grande artesão do coração.

A vida é feita de muitas alegrias e tristezas, e todos os que vivem irão enfrentar estes dois sentimentos até o fim. Ter a consciência que aflições é parte da nossa existência torna a caminhada um pouco mais leve, pois questionar e murmurar traz mais dor ainda. Veja uma pessoa que tem dificuldades e tem otimismo, ela é diferente daquele quem tem dificuldades e pessimismo. A pessoa que nutre no coração um otimismo consegue caminhar de cabeça erguida, já a pessimista, além de ficar de cabeça baixa, acaba estacionando-se num quarto escuro ou num canto qualquer cheio de autocomiseração. Se não tivermos uma resposta para nossos sofrimentos e não nos apegarmos a ela, seremos pessimistas, amargos e intragáveis.
Por isto, pensar no que Cristo nos revelou é a melhor postura a tomar. Ele disse sem rodeios ou fantasia em João16.33 “Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo". E de fato ele venceu, e em matéria de sofrimento Jesus tira de letra, pois enfrentou inveja, desprezo, calúnia, abandono, medo, agonia e morte. E algo a ser lembrado é o que o escritor disse em Hebreus 5.8-9 “Embora sendo Filho, ele aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu; e, uma vez aperfeiçoado, tornou-se a fonte de eterna salvação para todos os que lhe obedecem”. Que incrível é saber que até Jesus aprendeu por meio do sofrimento, e foi aperfeiçoado! Aqui temos uma lição importante de que em nossos sofrimentos temos o benefício do aperfeiçoamento. Creio que somos aperfeiçoados hoje para brilharmos amanhã. Creio que somos provados hoje, para termos alívio amanhã. Todas as vezes que uma provação vem sobre minha vida gosto de fazer duas comparações: se a provação é grande acredito que estou nas mãos do funileiro que usa seu martelo e bigorna, e quando as provações são mais leves imagino ser o oleiro com suas mãos no barro. Tanto um como outro tem a mesma função que é sempre melhorar a matéria bruta, ou seja, o coração em algo belíssimo.
Tome a postura de esperar, confiante de que o grande artesão não cria nada com o propósito de aterrorizar o mundo, mas trabalha sim para atrair admiração, sendo que tudo o que Deus faz é maravilhoso. Eu e você, somos o que Deus tem de melhor para transformar o mundo, e por isso se empenha em nos aperfeiçoar.
Portanto, assuma as dificuldades da vida como um momento de crescimento e desenvolvimento de seu caráter, e é claro, espere um pouco mais, pois se esperar tão logo verá quão belo se tornou seu coração.
Pastor André França

quinta-feira, 26 de maio de 2011

sobre pecado

O diabo pode nos tentar, a carne pode nos tentar, o mundo pode nos tentar, mas somos nós mesmos que pecamos. Geikie & Cowper.

É o fim do mundo mesmo....

Pesquisa do Centro de Estudos de Berlim revelou que um terço dos estudantes da capital da Alemanha consideraria se prostituir para financiar a educação.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Retiro chegando.

Teremos um retiro para Jovens Adultos dia 23 de Junho feriadão...  logo começa as incrições, ok?

O que fazer com o pecado?

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Música de primeira

Poesia para o coração... Deus te abençoe...

cuidado com a boca

O patrão havia brigado com um dos seus funcionários, deixando-o irritado. Esse funcionário, chegando em casa se “vingou”, sendo áspero com a esposa. A esposa ficou nervosa e gritou com o filho. O filho se zangou e deu um chute no cachorro. O cachorro correu pr’o quintal e mordeu o patrão, que já vinha vindo pedir perdão ao seu funcionário... Cuidado boquinha!!

domingo, 15 de maio de 2011

lembraças boas...

Essa é boa.... nostalgia pura...

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Conserve a sua alegria

Conserve a sua alegria.
Houve um grande homem na história cristã da China chamado Watchman Nee. No tempo que começou o comunismo ele foi um dos que não levantou a bandeira se aliando com o governo, e devido a isto foi preso. Passou 20 anos preso na China sem poder ter contato com amigos, exceto uma prima que trocou algumas correspondências. Dizem que para calar a voz deste homem cortaram as suas mãos para que não escrevesse nenhuma palavra cristã a ninguém. No entanto, em uma de suas últimas cartas, semi-oculta entre tantas frases, escreveu esta: "Ainda conservo minha alegria". Morreu na prisão em 1972. Certamente Watchman Nee conheceu e experimentou profundamente o sentido de sua vida.
Destaco aqui o que ele disse “Ainda conservo minha alegria”. Isto me faz lembrar Paulo, o grande apóstolo, pois foi ele quem disse “Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação”. Observando estas vidas, acredito que as nossas tristezas talvez sejam porque ainda não fomos jogados nas mais duras provações, pois parece que a alegria destes homens é diferente, ou seja, são mais consistentes que as nossas alegrias. Quem sabe precisaremos entrar em grandes provações para aprender a viver contente ou conservar nossa alegria. O fato, é que hoje é o dia de conservarmos a alegria, seja com provações pequenas ou provações gigantescas. A alegria é uma atitude, portanto olhemos para as nossas provações e entendamos que Deus pode nos fazer felizes mesmo em meio a elas. Um jardineiro apaixonado pelo seu trabalho consegue se alegrar mesmo a tantos espinhos ao seu redor, portanto, alegre-se hoje, você tem a paz de Cristo, você tem a salvação, você tem a força do Senhor, você tem a graça de Deus, e que isto venha lhe bastar para conservar a sua alegria.
Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. Filipenses 4:12
Pr.André França

 
J@

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Para quem gosta de refletir...

Para onde vai a juventude?

De onde vem, onde está, para onde vai: a partir dessas três perguntas, o teólogo jesuíta João Batista Libanio analisou as tendências da juventude hoje. Em palestra realizada na Faculdade Dom Bosco, em Porto Alegre, nesta terça-feira, 3 de maio, Libanio apresentou os resultados do seu mais novo livro, Para onde vai a juventude? (Ed. Paulus, 2011, 256 páginas), que nasceu, segundo ele, de um desafio posto por outro colega jesuíta, Hilário Dick, para pensar a juventude em uma espécie de movimento.
Libanio, 79 anos, afirmou que, em seu livro, não buscou dizer que o jovem é "assim". "Como é que um velho pode falar isso?", brincou. E esclareceu que "juventude" não tem a ver apenas com a questão biológica: "Há muito homem de 40 anos com atitudes juvenis", explicou. Sua obra, portanto, busca fazer uma análise histórico-crítica da juventude, baseado não tanto em bibliografias, mas sim em sua própria experiência de vida, tendo passado por pelo menos três gerações. "Eu não digo onde os jovens estão. Apenas questiono: será que realmente caminhamos nessa direção?", comentou. E frisou: "São tendências. A gente pode mudá-las".
Das 46 tendências da juventude apontadas no livro, Libanio apresentou ao longo de sua palestra pouco mais de uma dezena. Começando por uma tendência mais biológica: de um crescimento e desenvolvimento físicos lentos (devido a uma alimentação mais fraca, com esportes mais reduzidos), passa-se a uma juventude com um desenvolvimento físico rápido. "Mas o psíquico não pode acompanhar esse crescimento. Não se pode acelerar a psique", afirmou o teólogo. "O jovem se sente muito grande de corpo, mas não sabe o que fazer com ele. A alma não cabe mais lá dentro, não o preenche. Muito corpo e pouca alma. O que acontece? O espaço que a alma não preenche vira defunto – os jovens têm uma parte mais 'defúntica'", ilustrou.
Partindo da definição de corpo de outro jesuíta, Henrique Cláudio de Lima Vaz, ou seja, como presença no mundo, maneira de se fazer presente ao mundo, Libanio afirmou que, "por crescer muito, o jovem não se dá conta dessa presença. E o que acontece? Ou vem a timidez ou representamos, fazemos muito teatro na vida", comentou, exemplificando com algumas atitudes consideradas como "rebeldes" dos jovens. "É muito comum os jovens fazerem teatro sem se dar conta. É a dificuldade de estar presente ao mundo", explicou.
Projeção e exploração
Por outro lado, Libanio trouxe para o público presente – mais de 200 pessoas – uma conceituação de duas dimensões da vida: a projetiva e a explorativa, que também se manifestam claramente na juventude. A dimensão explorativa, explicou, leva a fazer a experiência e a perceber a realidade. Já a dimensão projetiva aborda o que eu serei amanhã, e controla e reduz a dimensão explorativa. Para ele, "o jovem está diminuindo a dimensão projetiva". Comparando a "geração Dilma", a geração de 1968 que "viveu extremamente o projetivo" (as lutas por um Brasil socialista, diferente, contra o regime) e sacrificou o seu presente, a juventude contemporânea manifesta uma tendência a diminuir o mundo projetivo, vivendo sem futuro, sem esperanças. "Usufrui-se só o presente, e o futuro é entregue às traças", comentou.
Além disso, segundo o teólogo, há uma tendência de um deslocamento de uma afetividade mais de recepção dos maiores para uma afetividade mais narcisista. "A geração anterior tinha muito interesse em aprender dos mais velhos, sede de aprender de quem já tem uma tradição, uma história. A história tinha uma certa importância", explicou. Hoje, porém, diante da "cultura Google", "qualquer coisa está simultaneamente diante de mim". E, de acordo com Libanio, "a cultura do simultâneo me dá a ideia de que não há mais história, só há informação". Sai de cena a progressividade cultural e entra a simultaneidade de todas as coisas são simultâneas, o "presentismo". Assim, a juventude passa a pôr de lado o aprendizado com a tradição, "valorizando só o que se aprende momentaneamente. Não me interessa mais saber dos antigos. Aprendemos só do presente", comentou Libanio.
Isso leva também à tendência de uma felicidade sólida e permanente às felicidades momentâneas. E Libanio exemplificou a partir da questão da afetividade: antes, comentou, os jovens namoravam, palavra em cuja raiz semântica está presente o amor, "que, por natureza, quer eternidade, faz eternidade, é eternidade, como disse o teólogo Joseph Ratzinger". Hoje, ao invés, os jovens "ficam", ou seja, "é agora, começa e acaba. As felicidades não se prolongam".
Em contrapartida a uma juventude que possuía um certo medo e receio diante das experiências, passa-se a uma "busca de experiências extremas", segundo Libanio. Experiências extremas, limites, próximas da morte, como os esportes radicais, as drogas, o desrespeito no trânsito etc.
Uma outra tendência apontada por Libanio é de uma maior consciência da diferença sexual para uma possibilidade muito maior de proximidade. "A distinção entre rapazes e moças tende a diminuir. Muitos preconceitos caíram, machismos falsos desapareceram, mas, não tendo um diferente, eu sofro na minha percepção de identidade", explicou o jesuíta.
Da intimidade à "extimidade"
Isso se relaciona também ao fato de os jovens das gerações passadas serem mais pudorosos com relação à sua intimidade. Segundo Libanio, existia o lugar da confidência, geralmente a pessoas adultas, religiosas – como no caso da confissão –, lugar este que está desaparecendo. "A quem o jovem se abre? Entre si. Entre iguais, eles têm muito mais liberdade para conversar sobre seus problemas". Assim, cresce a "publicidade informática" entre os jovens, comentou Libanio, ou seja, a exposição da vida nos sites de relacionamento. Dá-se assim uma perda enorme da intimidade, passando de uma intimidade ao que alguns autores franceses chamam de "extimidade", apontou Libanio.
Mas a palestra foi apenas uma antessala para a obra, que aborda ainda diversas outras tendências percebidas pelo jesuíta também em aspectos como família, sociedade, religião. Como indicou Libanio, o livro busca ser uma análise, um olhar para essas tendências sem medo, sem clericalismo exagerado, sem julgamento: "Não é um livro moralista", resumiu. "É uma reflexão dialética – eu olho para uma tendência, vejo o que há de positivo e o afirmo, reforço. Percebo que nela há um negativo, e então o nego", explicou.
E desafiou os presentes a avançar no acompanhamento pedagógico ou pastoral da juventude mediante três passos: afirmar o positivo, negar o negativo e criar o novo. "Sem fantasia, nós não avançamos", disse Libanio, recordando um dos slogans dos jovens do maio de 1968: "A fantasia no poder".
(Por Moisés Sbardelotto)


quarta-feira, 4 de maio de 2011

Mensagem para a semana

Almeje grandes coisas para experimentar grandes coisas!

Existem histórias que nos abate espiritualmente, ou seja, nos toca profundamente na alma. E uma delas é a história de Livingstone, história esta que escuto desde criança pelo meu pai. A história diz que Livingstone dormira no Senhor. Ajoelhado ao lado da modesta cama, com a cabeça amparada pelas mãos repousadas no travesseiro. Os amigos, pensando que ele orava, esperaram inutilmente. Constatada a morte, os índios africanos abriram-lhe o peito e tiraram com cuidado e carinho o coração. O corpo iria para a In­glaterra, numa viagem que duraria um ano através da África. O coração, não! O coração que amara a África deveria ficar no Continente Negro. E ficou, enterrado por mãos amigas, debaixo de uma árvore próxima à aldeia de Chitambo. Ele foi um homem admirado pela compaixão, amor e fraternidade. Deu sua vida pela salvação da África e descansou como um herói.
Pelo que eu saiba, esta história é perpetuada em todas as nações, e abate todo aquele que se coloca a pensar na própria vida. Creio que a melhor pergunta é: Se morrêssemos hoje, será que nosso coração seria admirado e lembrado por séculos neste mundo? Infelizmente, muitos levam a fama de terem um coração mau, e talvez este seja seu retrato nestes dias. Portanto, pense nisto e decida sair do anonimato, vença a timidez, sobrepuje toda vaidade e egoísmo, e mãos a obra.
          Alcance seus amigos, parentes e até inimigos com seu testemunho e com a mensagem de salvação de Cristo. Almeje fazer grandes coisas para o Senhor, e Deus fará grandes coisas através de sua vida.
Pr.André França

terça-feira, 3 de maio de 2011

depoimento.

Pastor Andre, queria falar que o seminario J.A foi maravilhoso e edificou muito,
a nossa igreja é otima em tudo... mas confesso que nesta área estava a desejar, contudo confesso que amei
o seminario e estou muito empolgada para o acampamento, espero que de certo.
 Abraço
Andrea Binhardi

domingo, 1 de maio de 2011

Jovens adultos... teremos outro evento no primeiro semestre...

O recado é que temos marcado um retiro para o dia 23 de Juho... é claro q falta um tempo, mas se algum de vocês conhecem uma chácara bacana, fale com o pastor André... ok?
j@

Balanço do seminário.

Sábado passado tivemos nosso seminário para jovens adultos com a presença de 210 jovens que aproveitaram cada palavra do palestrante, o pastor J.Jacó Vieira. Tivemos ainda a presença de jovens da Igreja Missionaria do Aeroporto (Londrina), e também jovens da Igreja Missionária de Astorga.
Foi demais... e Deus nos abençoou profundamente....

Agradecemos a todos que vieram para este seminário, e até a próxima.
Pr.André
 
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